Enquanto houver corrupção e partidarização no judiciário, haverá corrupção na política!
quinta-feira, 3 de março de 2016
Corrupção e Judiciário!
Difícil não é combater corrupção da política, difícil é combater corrupção do judiciário!
Enquanto houver corrupção e partidarização no judiciário, haverá corrupção na política!
Enquanto houver corrupção e partidarização no judiciário, haverá corrupção na política!
Eleições 2016
O primeiro turno das Eleições 2016 será no dia 2 de outubro, e o segundo turno no
dia 30 de outubro.
Nas Eleições 2016 os eleitores brasileiros vão escolher através do voto e dentro
de seus próprios municípios, um prefeito e um vice-prefeito, assim como os vereadores,
membros que vão integrar as Câmaras Legislativas Municipais.
O segundo turno é realizado apenas nos municípios com mais de 200 mil eleitores em que
nenhum dos candidatos consiga a maioria absoluta, ou seja 50% dos votos mais um.
Os dois candidatos mais votados no primeiro turno disputam o segundo turno entre si.
As Eleições Municipais acontecem no Brasil de quatro em quatro anos.
Data das Eleições
O 1º turno acontecerá no dia 2 de outubro de 2016 e o 2º turno no dia 30 de outubro de 2016. O calendário das Eleições Municipais de 2016 no Brasil foi aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 10 de novembro de 2015.| Data | Eventos |
|---|---|
| 2 de outubro de 2015 | Último dia para alteração de domicílio eleitoral dos candidatos. |
| 4 de maio de 2016 | Final do prazo para os eleitores solicitarem a inscrição ou alterações do título eleitoral. |
| 5 de julho de 2016 | Data limite para os partidos e coligações registrarem seus candidatos. |
| 3 de agosto de 2016 | Último dia para o eleitor fora do seu domicílio eleitoral requisitar a 2ª via do título eleitoral. |
| 22 de setembro de 2016 | Data limite para o eleitor, no seu domicílio eleitoral, solicitar a 2ª via do título de eleitor. |
| 2 de outubro de 2016 | Primeiro Turno (das 08h às 17h - horário local) |
| 30 de outubro de 2016 | Segundo Turno (das 08h às 17h - horário local) |
Candidatos das Eleições de 2016
Até que sejam oficializados pelo Tribunal Superior Eleitoral todos os possíveis candidatos a prefeito,
vice-prefeito ou vereador serão considerados pré-candidatos.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Hobbes, Locke e Rousseau
Hobbes acreditava que o contrato foi feito porque o homem é o lobo do próprio homem. Há no homem um desejo de destruição e de manter o domínio sobre o seu semelhante (competição constante, estado de guerra). Por isso, torna-se necessário existir um poder que esteja acima das pessoas individualmente para que o estado de guerra seja controlado, isto é, para que o instinto destrutivo do homem seja dominado. Neste sentido, o Estado surge como forma de controlar os "instintos de lobo" que existem no ser humano e, assim, garantir a preservação da vida das pessoas. Para que isso aconteça, é necessário que o soberano tenha amplos poderes sobre os súditos. Os cidadãos devem transferir o seu poder ao governante, que irá agir como soberano absoluto a fim de manter a ordem.
Locke parte do princípio de que o Estado existe não porque o homemé o lobo do homem, mas em função da necessidade de existir uma instância acima do julgamento parcial de cada cidadão, de acordo com os seus interesses. Os cidadãos livremente escolhem o seu governante, delegando-lhe poder para conduzir o Estado, a fim de garantir os direitos essenciais expressos no pacto social. O Estado deve preservar o direito à liberdade e à propriedade privada. As leis devem ser expressão da vontade da assembléia e não fruto da vontade de um soberano. Locke é um opositor ferrenho da tirania e do absolutismo, colocando-se contra toda tese que defenda a idéia de um poder inato dos governantes, ou seja, de pessoas que já nascem com o poder (por exemplo, a monarquia).
Rousseau considera que o ser humano é essencialmente bom, porém, a sociedade o corrompe. Ele considera que o povo tem a soberania. Daí, conclui que todo o poder emana (tem sua origem) do povo e, em seu nome, deve ser exercido. O governante nada mais é do que o representante do povo, ou seja, recebe uma delegação para exercer o poder em nome do povo. Rousseau defende que o Estado se origina de um pacto formado entre os cidadãos livres que renunciam à sua vontade individual para garantir a realização da vontade geral. Um tema muito interessante no pensamento político de Rousseau é a questão da democracia direta e da democracia representativa. A democracia direta supõe a participação de todo o povo na hora de tomar uma decisão. A democracia representativa supõe a escolha de pessoas para agirem em nome de toda a população no processo de gerenciamento das atividades comuns do Estado.
Locke parte do princípio de que o Estado existe não porque o homemé o lobo do homem, mas em função da necessidade de existir uma instância acima do julgamento parcial de cada cidadão, de acordo com os seus interesses. Os cidadãos livremente escolhem o seu governante, delegando-lhe poder para conduzir o Estado, a fim de garantir os direitos essenciais expressos no pacto social. O Estado deve preservar o direito à liberdade e à propriedade privada. As leis devem ser expressão da vontade da assembléia e não fruto da vontade de um soberano. Locke é um opositor ferrenho da tirania e do absolutismo, colocando-se contra toda tese que defenda a idéia de um poder inato dos governantes, ou seja, de pessoas que já nascem com o poder (por exemplo, a monarquia).
Rousseau considera que o ser humano é essencialmente bom, porém, a sociedade o corrompe. Ele considera que o povo tem a soberania. Daí, conclui que todo o poder emana (tem sua origem) do povo e, em seu nome, deve ser exercido. O governante nada mais é do que o representante do povo, ou seja, recebe uma delegação para exercer o poder em nome do povo. Rousseau defende que o Estado se origina de um pacto formado entre os cidadãos livres que renunciam à sua vontade individual para garantir a realização da vontade geral. Um tema muito interessante no pensamento político de Rousseau é a questão da democracia direta e da democracia representativa. A democracia direta supõe a participação de todo o povo na hora de tomar uma decisão. A democracia representativa supõe a escolha de pessoas para agirem em nome de toda a população no processo de gerenciamento das atividades comuns do Estado.
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